Para finalizar e aguçar o seu interesse para que leie o livro deixo uma breve mensagem de que é passada no interior deste grande livro - "O comunismo sacrifica o que foi e continua sendo a alma da aventura definitiva: a liberdade de pesquisa, a liberdade de controvérsia, a liberdade de crítica e de voto do cidadão. Submete o desenvolvimento da economia a um planejamento rigoroso e a edificação socialista a uma ortodoxia de Estado”. E ainda diz - “o cristão nunca poderá ser um autêntico comunista, do mesmo modo que o comunista não pode crer em Deus ou no Cristo, porque a religião secular, animada por um ateísmo fundamental, declara que o destino do homem cumpre-se todo inteiro nesta terra. O cristão progressista esconde de si mesmo essa incompatibilidade”. E se deixe levar ao ópio que é o marxismo.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Eu não quero ver você fumando Ópio, so lendo ele!!!
Para finalizar e aguçar o seu interesse para que leie o livro deixo uma breve mensagem de que é passada no interior deste grande livro - "O comunismo sacrifica o que foi e continua sendo a alma da aventura definitiva: a liberdade de pesquisa, a liberdade de controvérsia, a liberdade de crítica e de voto do cidadão. Submete o desenvolvimento da economia a um planejamento rigoroso e a edificação socialista a uma ortodoxia de Estado”. E ainda diz - “o cristão nunca poderá ser um autêntico comunista, do mesmo modo que o comunista não pode crer em Deus ou no Cristo, porque a religião secular, animada por um ateísmo fundamental, declara que o destino do homem cumpre-se todo inteiro nesta terra. O cristão progressista esconde de si mesmo essa incompatibilidade”. E se deixe levar ao ópio que é o marxismo.
sábado, 14 de março de 2009
É possivel filosofar pela circunstâcia transitória concreta de visão de mundo?
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Boa vontade, Dever e Lei Moral.

O relacionamento entre esses três, digamos, elementos da moralidade que é apresentada na ética Kantiana é de entrelaçamento. Como se nada nem ninguém pudesse separá-las, pois uma desencadeia um questionamento diferente na qual se esta referindo. Se queremos praticar a boa vontade, temos o dever de praticá-las, pois obedecemos à lei moral e a moralidade tem como fundamento a boa vontade. Esta definição fica clara quando Kant cita "O dever é a necessidade de uma ação por respeito à lei". E esta ação propriamente dita, vale para todo ou qualquer ser racional, portanto esta lei é universal.
O conceito de obrigação não é explicitamente determinado pela a razão, ou seja, a razão não supre de acordo com o que ela; a obrigação necessita. A obrigação se expressa em mandamento e ela por sua vez; o mandamento se expressa em lei. O imperativo é a formula do mandamento, ele se expressa pelo dever e como o dever é ditado por leis; temos como conseguinte a boa vontade. Os imperativos hipotéticos como princípios da boa vontade, não podem ser considerados como imperativo da moralidade, porque são contingentes, isto é, não são universais e não necessários. Nas escolhas dos meios que se apresentam (que são varias), não se pode inferir sobre qual será o correto. Já que logicamente estou dissertanto de hipóteses.
* fundamentação da metafisica dos costumes- Kant
sábado, 17 de janeiro de 2009
Porque devemos ir a igreja?

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Será que teremos que fazer cartas aos nossos tsares!!!

FSM 2009
