
O relacionamento entre esses três, digamos, elementos da moralidade que é apresentada na ética Kantiana é de entrelaçamento. Como se nada nem ninguém pudesse separá-las, pois uma desencadeia um questionamento diferente na qual se esta referindo. Se queremos praticar a boa vontade, temos o dever de praticá-las, pois obedecemos à lei moral e a moralidade tem como fundamento a boa vontade. Esta definição fica clara quando Kant cita "O dever é a necessidade de uma ação por respeito à lei". E esta ação propriamente dita, vale para todo ou qualquer ser racional, portanto esta lei é universal.
O conceito de obrigação não é explicitamente determinado pela a razão, ou seja, a razão não supre de acordo com o que ela; a obrigação necessita. A obrigação se expressa em mandamento e ela por sua vez; o mandamento se expressa em lei. O imperativo é a formula do mandamento, ele se expressa pelo dever e como o dever é ditado por leis; temos como conseguinte a boa vontade. Os imperativos hipotéticos como princípios da boa vontade, não podem ser considerados como imperativo da moralidade, porque são contingentes, isto é, não são universais e não necessários. Nas escolhas dos meios que se apresentam (que são varias), não se pode inferir sobre qual será o correto. Já que logicamente estou dissertanto de hipóteses.
* fundamentação da metafisica dos costumes- Kant

Obrigado Patricia... Muito legal o seu blog. Mais legal ainda o que você pensa. Quando quiser comentar alguma coisa no meu blog, esteja a vontade. Se quiser comentar algo contra a nossa sociedade contaminada pela corrupção e pela falta de ética, sinta-se a vontade.
ResponderExcluirGrande abraço colega.